
Saudade do tempo do onça em que quando criança brincava na rua sem amolança, saudade do tempo das primeiras séries que fazia bola de chiclete e estourava para ver no que dava dentro da sala de aula.
Saudade de andar na rua e gritar com liberdade, sem medo dos outros e daquilo que poderiam porventura me tirar.
Saudade das prosas inocentes que com minhas amigas tinha e o tempo não levou embora.
Saudade de todo que sempre me levava a tudo sem se quer me causar pane...
Saudade daquele que veio do nada e levou parte do meu tudo...
Saudade de tudo, saudade do nada que tanto praticava na infância, saudade das figurinhas que mesmo repetidas completavam álbuns, cartinhas de amor e cadernos da escola.
Hoje a saudade me rodeou tanto, que tudo me remeteu a uma saudosista vida que sei não voltar mais...
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